Andropausa

Andropausa

O termo andropausa tem sido adotado por alguns médicos para designar alterações que ocorrem com pacientes do sexo masculino após os 50 anos de idade. No sexo feminino há uma nítida alteração hormonal que determina modificações na mulher, dentre elas, a parada dos ciclos menstruais e da ovulação (menopausa). O urologista Prof. Dr. Sami Arap esclarece que no sexo masculino não ocorrem alterações abruptas no organismo e, portanto, não há uma verdadeira "pausa" em nenhuma função orgânica. Sendo assim, o termo andropausa é considerado inadequado para muitos profissionais da área de saúde.

No entanto, uma parcela do sexo masculino, estimada em cerca de 15 para cada 100 homens após os 50 anos de idade, apresenta uma diminuição dos níveis hormonais no sangue. O principal hormônio afetado é a testosterona, produzida pelos testículos. Este, por sua vez, é regulado pela hipófise, glândula situada na base do crânio e que exerce seu controle pela secreção dos hormônios FSH e LH.

Níveis baixos de testosterona circulante no sangue estão relacionados com diminuição da libido (desejo sexual), da capacidade de trabalho, desânimo, apatia e diminuição de massa muscular. Alguns trabalhos científicos delineiam também a possibilidade de haver maior tendência à osteoporose.

Na pele, a redução do número de fibras elásticas e colágenas provoca a diminuição da elasticidade, tonicidade e brilho. Começam a aparecer os primeiros sinais de envelhecimento como rugas, manchas e flacidez.

O tratamento consiste na reposição da testosterona, a qual deve ser sempre e exclusivamente orientada por um médico, pois, seu uso inadequado, pode causar outros problemas de saúde e, inclusive, aumentar o risco de câncer de próstata.

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