Quando se fala em desnutrição, logo vem à cabeça a imagem de alguém muito magro. Nos tempos atuais a desnutrição aparece em várias facetas: a má alimentação, por exemplo, principalmente, no mundo dos fast-foods, costuma engordar sem nutrir. Vê-se, desta forma, que não é o peso que define a “desnutrição”, e sim a quantidade de bons nutrientes que está sendo consumido.

Também não é apenas a qualidade nutricional dos alimentos que garante a saúde e o bem-estar: a idade, o estilo de vida, a existência de doenças crônicas, assim como problemas de má absorção dos alimentos, faz dos polivitamínicos um suplemento essencial para garantir uma boa saúde.

Mesmo quem não se enquadre nas condições de necessidade especial de suplementação, ainda assim ela é importante.  O nutrólogo e médico ortomolecular Dr. Wilson Rondó, explica que grande parte da população sofre da “desnutrição subclínica”: isso significa que são pessoas que não tem boa saúde, mas também não apresentam doenças. Para se ter qualidade de vida é fundamental estar com o corpo protegido.

“Quando as células do organismo recebem todos os nutrientes exigidos são capazes de produzir ótima quantidade de energia como decorrência natural. Células fortes e eficientes compõem órgãos, glândulas e sistemas saudáveis para a boa saúde estar presente”, esclarece Dr. Rondó.  

Mesmo aqueles que se alimentam corretamente ficam surpresos quando é sugerido o uso de suplementos. A dúvida que surge é: será que os alimentos não fornecem todos os nutrientes que precisamos? Em um mundo ideal a resposta seria sim, mas não vivemos nesse mundo. Há pelo menos duas razões simples e básicas pelas quais precisamos dos polivitamínicos:

Estamos enfrentando níveis sem precedentes de poluentes originados de indústrias e da agricultura. A qualidade nutricional dos alimentos tem sido muito prejudicada nos últimos 50 anos pelo uso de fertilizantes químicos e outras práticas do agronegócio.

Considere ainda a radiação e as frequências eletromagnéticas que nos bombardeia diariamente, bem como nosso agitado ritmo de vida. Tudo isso estressa o fígado e o sistema imunológico. Desta forma, não fica difícil entender, porque precisamos de suplementos: o objetivo é alcançar a máxima proteção possível contra esses desgastes”, justifica Dr. Rondó.

Veja neste pequeno questionário elaborado pelo Dr. Rondó se você se enquadra na condição de desnutrição subclínica. Se apresentar algum desses sintomas, sem causa determinada, seu corpo já sinaliza a necessidade de suplementação.

1. Sente-se revigorado quando acorda, com bom nível de energia, ou já acorda cansado?

2. Mantém-se alerta o dia todo ou enfrenta períodos de cansaço, irritabilidade ou baixa concentração

3. Sente dores ou desconfortos físicos variados?

Outras causas que se beneficiam dos polivitamínicos: você sofre de alergia, artrite, dor de cabeça, hipoglicemia, digestão difícil, depressão, infecções de repetições, diabetes ou problemas cardiovasculares?

Quanto mais itens você se enquadrar, maior o desequilíbrio orgânico.

Faixa etária e situações nas quais não se deve abrir mão dos polivitamínios:

Bebês e crianças: essencial para o crescimento e o desenvolvimento saudável.

Idosos: além dos problemas de desgastes dos órgãos próprio da idade, muitos medicamentos ingeridos nesta faixa etária, interferem na absorção e metabolismo dos nutrientes. Também, alguns idosos tem dificuldade em mastigar, apresentam problemas digestivos como azia, prisão de ventre, intolerância a lactose tornando necessária a suplementação polivitamínica.

Gestantes: a falta de vitaminas pode provocar problemas no feto.

Mulheres que amamentam: para fortalecer o leite e a saúde da mãe. O corpo transfere muitos nutrientes para o leite, portanto é fundamental o uso de vitaminas nesta fase. 

Portadores de problemas gastrointestinais: um simples problema digestivo já prejudica a assimilação e absorção de vitaminas e minerais dos alimentos. 

Pessoas que fazem dietas: existe a dificuldade de atingir as necessidades diárias de nutrientes importantes e apresentam carência de diversos minerais e vitaminas.

Atletas: a suplementação melhora a performance física e mental, além de proteger de lesões e distúrbios no organismo. A deficiência de vitaminas e minerais resulta em perda energética.

Vegetarianos: sujeitos a fadiga e anemia por não consumirem produtos de origem animal.

Diabetes: a qualidade dos nutrientes dos alimentos é essencial para o controle do diabetes. A suplementação auxilia no controle glicêmico e protege contra a deficiência de vitaminas e sais minerais, frequente neste grupo de pessoas.

Os polivitamínicos são comercializados na forma de cápsulas, comprimidos, líquido ou pó, sendo que alguns deles já são formulados para situações e grupos específicos.

Para proteger os consumidores da toxidade causada pela hipervitaminose, desde 2010, a ANVISA regularizou os suplementos vitamínicos e minerais que atendem o critério de conter um mínimo de 25% e no máximo até 100% da Ingestão Diária Recomendada (IDR) de vitaminas e/ou minerais.

A recomendação inclui que, mesmo no caso dos suplementos que atinge a totalidade de 100% da Ingestão Diária Recomendada (IDR), não substituem os alimentos, nem deve ser consumido de forma isolada, como dieta exclusiva. E atenção: acima de 100%, deixa de ser suplemento e torna-se um medicamento com efeitos colaterais graves caso não seja prescrito com orientação médica.

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